NOTÍCIAS
Imagem acima criada a partir de solicitação à programa de IA.
Rosângela Ribeiro Gil
Jornalista
Redação ABCP
Lula disputou seis eleições presidenciais: perdeu em 1989, 1994 e 1998; venceu em 2002, 2006 e 2022. Questão historicamente relevante: em que medida a cobertura da maior rede de televisão do país favoreceu, prejudicou ou simplesmente enquadrou suas candidaturas?
São mais de 37 anos, mas a manipulação da TV Globo no último debate presidencial de 1989, entre Lula e Collor, nunca terminou. A perseguição nunca cessou. Ela se veste e reveste de novas formas e mecanismos, mas o objetivo é o mesmo: desqualificar Lula.
A nova “edição” da manipulação estava no forno. Se daria nesta quinta-feira, dia 1º de outubro de 2026, pouco mais de dois dias antes do pleito de domingo. Na cena manipulada, colocaram-se quatro ou cinco candidatos da mesma linhagem política versus Lula.
TV Globo, claro, criadora dos discursos que dominam o espaço público de Norte a Sul do Brasil, se autodefine a “protetora” dos valores democráticos, o bordão da campanha eleitoral atual, inclusive, era “democracia ao vivo”. Fizeram até uma série no Jornal Nacional com “rodas” de eleitores/as em espaços ao ar livre com o comando dos apresentadores César Tralli e Renata Vasconcellos. Como se aquilo realmente pudesse compreender o Brasil de mais de 200 milhões de habitantes, da formação econômica e social baseada na escravização de homens e mulheres, da elite branca e latifundiária que domina os campos brasileiros.
Hoje o bacalhau do Chacrinha jogado ao público é a informação midiática travestida de verdade dos fatos embrulhada no papel de “jornalismo profissional”. Querem nos fazer crer naquilo que não existe.
Para não perder a “viagem” da crítica e desqualificação, a TV Globo colocou no ar, minutos depois do cancelamento do debate deste 1º de outubro de 2026, um jornalista Pedro Bassan duro como uma pedra, quase sem conseguir respirar, para falar o que sempre falam: nada de verdade, apenas suas versões. Como já nos ensinou o grande jornalista Perseu Abramo: “Tudo se passa como se o órgão de imprensa agisse sob o domínio de um princípio que dissesse: se o fato não corresponde à minha versão, deve haver algo errado com o fato.”
Mas voltando ao assustado Bassan. Ele leu uma nota sem qualquer sentido, falando em democracia, em interferência de decisões judiciais na organização de debate da iniciativa privada. Algo assim:“Nosso dever é o de promover a democracia, mas as sucessivas decisões judiciais tomadas momentos antes da realização do debate causam insegurança jurídica e representam uma interferência indevida na liberdade que os veículos de imprensa têm de organizar os debates eleitorais.” Detalhe, a TV Globo, na voz trêmula de Pedro Bassan não disse o principal, que Flávio Bolsonaro também tinha desistido de participar do debate, este sim, minutos antes. Lula já tinha informado à emissora, com antecedência, de que não participaria.
Ora, ora, dona TV Globo, quem disse que a senhora está acima das leis ou foi eleita por nós para ser guardiã da nossa democracia? Nunca foi e nunca será um ser apolítico ou apartidário. A senhora tem lado e não é a da imensa maioria do povo brasileiro. Sempre agiu e age para defender os interesses de quem representa e integra: a classe dos endinheirados, que não gosta do bolsa-família (mas gosta do Familhão do Luciano Huck, o vendedor de ilusões), que não gosta de saúde pública e de direitos trabalhistas (Gil, 2025).
Qual a nossa diferença, dona TV Globo? É que a senhora tem um poder absurdo de despejar todos os dias nas nossas caras a sua informação, a sua versão dos fatos, a sua ideia de mundo ou de sociedade – nela não cabe o campo popular, social e fora do espectro do rentismo, do liberalismo.
Hoje a senhora se alinha ao seu maior inimigo, a família Bolsonaro, que a chama de “Globo lixo”apenas para não perder a sua essência do escorpião. Aquela que sempre trai, dando sua ferroada.
Jair Bolsonaro segura cartaz com a frase "Globo Lixo", em 4 de fevereiro de 2021, no Aeroporto de Cascavel, no Paraná. Reprodução a partir do site Poder360.
1
À sombra da ditadura militar
Nas primeiras eleições presidenciais após a redemocratização, a televisão era o principal meio nacional de informação política. Com destaque quase absoluto à emissora de Roberto Marinho, criada e (bem) desenvolvida sob os anos do regime militar de 1964. A dimensão da audiência da TV Globo é imensurável sem se recorrer à investigação das relações de poder entre o empresário e os meandros do poder político – aqueles que não aparecem na telinha da Globo. Seja esse poder vindo do poder das botas militares sujas de sangue ou dos corredores íntimos dos negócios e do dinheiro, também com mãos emporcalhadas.
Nada que se faz no passado, como “vender” a alma para o diabo, fica sem cobrança no futuro. E assim vemos uma TV Globo sempre obtendo mais força, se absolutizando na audiência, controlando outros meios de comunicação e informação – agora, incluindo os digitais – e fazendo o que faz de melhor: passar a visão privada da vida para o Brasil.
A tele-visão-privada fala sobre dores, alegrias, educação, saúde, empreendedorismo, sucesso. Ela pode ser pueril e inocente como um choro de bebê; mas é, também, a vilã ou vilão mais terrível já retratados em seu própria teledramaturgia. Em geral, esses personagens se destacam pela ambição, capacidade de manipulação, dissimulação, carisma e presença de cena. Alguns, como Nazaré (Senhora do Destino, de 2004) e Félix (Amor à vida, de 2013), também conquistaram o público pelo humor; outros, como Odete (Vale Tudo, de 1988), Flora (A Favorita, de 2008) e Carminha (Avenida Brasil, de 2012), ficaram associados à frieza, aos preconceitos e ao impacto de suas ações de destruição e crimes.
É quase um jogo de espelhos compreender como nós, a audiência, ficamos entre os interesses da TV Globo e os de toda uma sociedade. Somos bombardeados 24 horas por dia com o discurso da visão-privada da emissora. Ela está em todos os assuntos da vida pessoal, social, política e econômica. Não temos o mesmo direito ao espaço, por exemplo, do Jornal Nacional ou do programa Domingão, do apresentador Luciano Huck, para falarmos sobre a vida a partir do nosso ponto de vista. A grande questão é: não temos o mesmo poder de falar, de discurso, de visibilidade, de audiência. Nós não existimos.
2
Tele-visão-privada da elite
Nesse jogo de espelhos, a TV Globo quer nos fazer crer que vemos o nosso reflexo por inteiro e verdadeiro na sua “tele-visão-privada”. É como se existíssemos por ela, e não apesar ou além dela.
Não, não existe relação de amizade entre o poder privado da mídia Globo (e congêneres, Record, Band, Jovem Pan etc.) e a sociedade brasileira. Globo e as outras mídias empresariais querem manter poder e capital custe o que custar – até vilipendiando processos democráticos, verdades e direitos. Hoje, temos, inclusive, emissoras de televisão ligadas ao fundamentalismo religioso.
A magia da “tele-visão-privada” transforma o que é interesse específico, no caso de elites brancas e masculinizadas, em interesse de todos. Como todos estivéssemos no mesmo barco. Não é e nunca será. Acreditem, estamos em lados opostos. Determinar o que é “democracia ao vivo” só porque nos dizem fazer a melhor e mais profissional cobertura de um processo eleitoral ou debate com candidatos, não é a verdade dos fatos.
O debate manipulado da TV Globo entre Lula e Collor, em 1989, nunca terminou. Ele se faz presente em diversas situações desde então, em outros formatos, até no lava-jatismo que levou Lula à prisão por 580 dias por crimes inexistentes. O objetivo da panaceia era tirar Lula da disputa para fazer Bolsonaro vencer. Depois vimos a desgraça se instalar no país, como na pandemia da Covid-19 com mais de 700 mil brasileiras e brasileiros mortos (ou assassinados pelas mãos de um governo insano e psicopata?).
3
1989: o ano que nunca terminou
1- Ela está quando um “debate-arapuca” pretendia capturar Lula contra quatro ou cinco candidatos com alinhamento político idêntico – são de partidos diferentes para serem ainda mais parecidos.
2- Quando se esconde informação sobre relações corruptas entre o candidato-filho-do-pai-condenado e Daniel Vorcaro, do Banco Master.
3- Quando se esconde que o candidato-filho-do-pai-condenado tem uma ficha corrida ligada a agraciamento e homenagens ao pessoal ligado ao crime organizados, às milícias e ao assassinato de Marielle Franco.
4- Quando se esconde a informação de que o candidato é filho-do-pai-condenado pela articulação de assassinatos contra autoridades, inclusive do própria presidente Lula, eleito em 2022.
5- Quando se esconde como ministros-pastores indicados pelo pai-condenado tentam blindar investigações urgentes sobre as relações promíscuas entre Flávio Bolsonaro e o Banco Master.
6- Quando se esconde como Flávio Bolsonaro chegou à vida política institucional, como conseguiu comprar mansões com dinheiro vivo na casa dos milhões.
7- Quando se esconde que o Brasil virou alvo do tirano Trump por causa dos irmãos Flávio e Eduardo Bolsonaro.
8- Quando se esconde que Flávio Bolsonaro quer mexer ainda mais na Previdência para cortar proventos e dificultar a concessão de novas aposentadorias.
9- Quando se esconde que Flávio Bolsonaro agraciou com empregos públicos familiares de assassinos e milicianos ligados ao crime organizado, deu dinheiro para um dos assassinos de Marielle Franco e Anderson, homenageou criminosos durante seus mandatos.
10- No conluio do lavajatismo entre TV Globo e juízes e procuradores da República para tirar Lula da eleição presidencial contra Jair Bolsonaro, em 2018. Julgamento midiático totalmente anulado depois que vieram a público a manipulação dos fatos e de ações policialesca para criar impacto contra Lula e sua esposa Letícia.
A lista é imensa, não para no item oito, com toda a certeza. Mas tudo para mostrar como uma emissora de grande audiência pode influenciar a agenda ao decidir quais fatos recebem destaque, quanto tempo será destinado a cada candidatura e quais imagens ou declarações serão selecionadas.
4
1989: o episódio mais bem documentado
A eleição de 1989 foi a primeira escolha direta para presidente em 29 anos. No primeiro turno, Fernando Collor obteve cerca de 20,6 milhões de votos, Lula 11,6 milhões e Leonel Brizola 11,1 milhões. No segundo turno, Collor venceu. O episódio central da controvérsia midiática ocorreu após o último debate: o Jornal Nacional exibiu uma reportagem editada que foi acusada de reunir os melhores momentos de Collor e os piores de Lula, além de conceder mais tempo ao candidato do PRN. O PT pediu direito de resposta ao Tribunal Superior Eleitoral, sem êxito, e artistas protestaram diante da sede da emissora.
A própria Globo passou a classificar o caso como um erro. Mas isso não significou mudanças reais, a emissora apenas aperfeiçoou mecanismos de manipulação.
Uma análise historicamente rigorosa deve separar quatro fenômenos: cobertura crítica, quando fatos negativos e relevantes são noticiados; viés editorial, quando seleção, destaque ou linguagem favorecem sistematicamente um lado; erro jornalístico, quando informação ou edição produz resultado inadequado, com ou sem intenção; e desinformação, quando uma alegação falsa ou enganosa é produzida ou difundida de modo demonstrável.
Apesar de todo o arsenal sempre direcionado contra o campo associado aos segmentos sociais e populares, Lula construiu vitórias mesmo nesses ambientes midiáticos permanentemente críticos e manipulados.
Para Franklin Martins (2021), a democratização dos meios de comunicação de massa deve ser tema central sobre o futuro do país, “ou o Brasil seguirá tutelado, amordaçado, manipulado e censurado pelos barões da mídia, especialmente na radiodifusão – televisão e rádio.”[i]
5
A cena criada pela TV Globo na lava jato
Em 2014, os holofotes se voltaram à operação Lava Jato[1] numa cena organizada centralmente pelos grupos de mídia – direcionando e espetacularizando ações jurídicas como as do STF, julgamentos e condução coercitiva de testemunhas e transformando em celebridades ministros da Suprema Corte, juízes de primeira instância, delegados e procuradores públicos:
À medida em que os alicerces da velha ordem eram derrubados pela crise da financeirização e pela desorganização da informação – provocada pelas novas tecnologias –, abriu-se espaço para todo tipo de vírus oportunista. Houve um redesenho total das disputas políticas, no plano das nações, dos partidos políticos, das corporações públicas, em luta selvagem acelerada pela desregulação econômica (Nassif, 2024, p. 31-32).
Nassif (2024, p. 45) entende a campanha do impeachment contra Dilma Rousseff, em 2016, como “mera consequência dos passos anteriores. E se tornou a comprovação mais acabada do desvirtuamento de fatos e de conceitos”. Nos casos envolvendo diretamente o PT, partido que estava no poder desde 2003, em situações de desvio de conduta e corrupção – Mensalão, Lava jato e pedaladas fiscais – houve uso intensivo da mídia na construção de narrativas de ódio, disseminação de vazamentos de conversas, falsificação de depoimentos contra o partido e figuras do governo. Foram momentos em que não interessavam
as coletas de provas, indícios, evidências: vale a versão publicada. Não interessa o processo jurídico: vale o julgamento midiático. Todos os vazamentos têm objetivos políticos claros e exibição de músculos por parte dos seus atores. E abandona-se definitivamente a presunção da isenção para perseguições políticas ostensivas (Nassif, 2024, p. 45).
Observa-se como os meios de comunicação de massa são fundamentais às dinâmicas da economia capitalista, como na fase neoliberal, em duas dimensões: como pertencente ao próprio mercado e para manutenção desse mercado. Mercado a ser visto para além do econômico, mas produtor de discursos políticos e culturais para obter ou manter apoio e sustentação, “[mercado] que tem sua catequese, suas formas de discursar proselitistas pelos programas jornalísticos e de entretenimento para manter os seguidores (a audiência) ou os prosélitos” (Cunha, 2016)[2]. Charaudeau (2019, p. 21) reforça o funcionamento da mídia da informação segundo as lógicas econômica e simbólica. A primeira se liga à função precípua de uma empresa, fabricar produtos e obter lucros; a segunda, “faz com que todo organismo de informação tenha por vocação participar da construção da opinião pública”.
A narrativa midiática trabalha com imaginários sociais opositores, como, por exemplo: bonito e feio, certo e errado, inteligente e ignorante, bom e mau, moderno e atrasado, atual e fora de moda etc. “Imaginário que circula pela sociedade, que está entre nós, e onde as mídias se alimentam e devolvem esse imaginário de forma ressignificada para o seu público” (Cunha, 2016). Para ter potência e influência, o discurso das mídias precisa construir uma memória cultural baseada na repetição ao longo do tempo:
O efeito de evidência e naturalização é resultado dessa repetição insistente, ininterrupta, hegemônica: assim se constrói um suposto consenso. A perversidade desse funcionamento está em atribuir à “opinião pública” aquilo que foi tão bem articulado e imposto ao longo do tempo. Em nome da “opinião pública”, personagem que permite justificar as medidas mais impopulares, as pessoas perdem seus empregos, ficam sem trabalho, são submetidas a condições de quase escravidão e a todo tipo de humilhação (Zoppi, 2020, p. 8, grifos originais).
A chamada grande mídia, cujos principais produtos são a informação e o entretenimento, desenvolve padrões de manipulação – ocultação, fragmentação, inversão, indução e padrão global ou específico de rádio e televisão (Abramo, 2003) – para enquadrar fatos dentro da perspectiva (linha editorial) de interesses políticos e econômicos do órgão de imprensa. O intuito é a assimilação ou aceitação do discurso jornalístico[3] de forma natural, como opção, e não como imposição. Para Abramo (2003), uma das principais características do jornalismo praticado pela “grande imprensa” brasileira é a manipulação da informação:
Assim, o público – a sociedade – é cotidiana e sistematicamente colocado diante de uma realidade artificialmente criada pela imprensa e que se contradiz, se contrapõe e freqüentemente se superpõe e domina a realidade real que ele vive e conhece (Abramo, 2003, p. 24, grafia original).
No padrão ocultação, conforme desenvolvido por Abramo (2003), o fato ou a realidade se torna refém da classificação de ser ou não um fato jornalístico feita pelos empresários ou proprietários ou os empregados dos órgãos de comunicação. Situação antinatural porque a realidade não se divide em fato jornalístico e não-jornalístico, “pela primária razão de que as características jornalísticas, quaisquer que sejam elas, não residem no objeto da observação, e sim no sujeito observador e na relação que este estabelece com aquele” (Abramo, 2003, p. 26).
No parâmetro de fragmentação, a manipulação se dá com o “estilhaçamento” do fato. Ele é apresentado fora de processos, contextos e desligados de seus antecedentes etc., não se leva em conta estruturas, causas, conexões, dinâmica. O esforço implica duas operações: selecionar aspectos ou particularidades do fato e descontextualizar. Novamente, explica Abramo, as decisões do que divulgar ou não, e como, estará nas mãos da linha editorial e do projeto do meio informativo.
A inversão é o padrão em que as partes são reordenadas e algumas delas podem ser simplesmente substituídas umas pelas outras. A função dessa manipulação é a destruição do fato real e a criação artificial do fato. De acordo com Abramo, há muitas formas de inversão, ele cita as principais: 1. inversão da relevância dos aspectos (o principal é apresentado como secundário e vice-versa; a troca do essencial pelo pitoresco como principal); 2. inversão da forma pelo conteúdo (a palavra, a frase no lugar da informação); 3. inversão da versão pelo fato (não é o fato em si que passa a importar, mas a versão ou versões sobre ele, feitas pelo próprio órgão de comunicação ou por fontes aceitas); e 4. inversão da opinião pela informação (fazer a opinião passar por informação sem qualquer tipo de aviso ao público).
O público, ao ser submetido aos padrões de manipulação, ora mais, ora menos, mas de forma sistemática e constante, “é induzido a ver o mundo não como ele é, mas sim como querem que ele o veja. O padrão de indução é, assim, o resultado e ao mesmo tempo o impulso final da articulação combinada de outros padrões de manipulação” (Abramo, 2003, p. 33).
Leia também
Governo aciona PF e PGR para investigar US$ 1 milhão dos EUA contra o STF
Assessor de Nikolas Ferreira recebeu R$ 105 mil de empresas de sócio da família Vorcaro
No Flow, Lula explica ausência: “eu tenho questionado os debates da Globo”
Emendas de Flávio Bolsonaro chegaram à empresa acusada de cartel, ONG ‘inexistente’ e instituto indicado por miliciano
Referências
ABRAMO, Perseu. Padrões de manipulação na grande imprensa. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2003.
CHARAUDEAU, Patrick. Discurso das mídias. São Paulo: Contexto, 2019.
GIL, Rosangela Ribeiro. Jornal Nacional e reforma trabalhista de 2017: a notícia articulada aos interesses neoliberais do Governo Temer. 2025. 1 recurso online (253 p.) Dissertação (mestrado) - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Instituto de Economia, Campinas, SP. Disponível em: https://hdl.handle.net/20.500.12733/39900. Acesso em: 2 out. 2026.
NASSIF, Luís. A conspiração lava jato: o jogo político que comprometeu o futuro do país. Avaré, SP: Editora Contracorrente, 2024.
ZOPPI, Mónica. Prefácio. In: GUILBERT, Thierry. As evidências do discurso neoliberal na mídia. GUILBERT Thierry. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2020.
[1] Sobre o tema ler, também, o dossiê Vaza Jato, organizado pelo site noticioso Intercept Brasil. Disponível em: https://www.intercept.com.br/especiais/mensagens-lava-jato/. Acesso em: 10 mai. 2025.
+ NOTÍCIAS | LISTAR
- Entenda o caso do Banco Master e porquê Flábio Bolsonaro não quer que você saiba dessa história
- Como Nunes Marques e André Mendonça atuam para favorecer Flávio Bolsonaro e abastecer ódio contra Lula
- O tamanho de Amelinha medido em flores: a semente que vira raiz e ancestralidade
- O FUTURO DO BRASIL ESTÁ EM NOSSAS MÃOS
- VOCÊ PODE NÃO TER NOTADO, MAS A ECONOMIA MELHOROU E MUITO